Eu confesso: adoro fotografar igrejinhas!

Sunday Morning  Bolshoi

Confesso, não sou católica. Mas quando me deparo com igrejinhas, aquelas bem simpáticas, perdidas em alguma comunidade do planeta, às vezes seculares e com história pra contar,  bato uma foto.

Aqui neste post segue uma seleção que fiz para o meu Facebook e umas tantas outras que fui encontrando nos meus arquivos (só os digitais…e ainda devo ter muito mais e algo em papel…). Tem algumas IGREJONAS também.

Até!

Fabi Por Aí

Fotos by Fabi

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Bambi no Outono Suiço

Soundtrack: Galaxy   Hippiehaus

Ainda não consegui visitar a Suíça no verão para comer as cerejas caídas na grama da floresta atrás da casa da minha prima. Ou para nadar no Lago de Lucerna. Mas já estive por lá algumas vezes durante o outono. Na última, peguei até 23 graus em novembro!

Como culinária tem tudo a ver com a cultura de um país, este post é para contar o que eu fiz, ou melhor, o que eu comi de diferente em um outono suiço.

Outono é a época das carnes de caça e eu experimentei um prato típico com carne de veado. Nas outras estações do ano só encontramos esta carne congelada. Apelidamos a carne de veado de Bambi, pois o prato do restaurante que fui tem um biscoitinho que lembra o Bambi do cinema!

O prato típico suiço alemão feito com Bambi chama-se Rehpfeffer (carne de veado com pimenta e sangue no molho). Não comi exatamente esse pois não gosto de sangue não…Escolhi um outro preparo do Bambi. Foi um picadinho com um molho a base de creme de leite acompanhado de Spatzle, que é um tipo de nhoque, uvas roxas,  cranberries e pêra ao vinho coberta com geléia doce. Tudo muito delicioso !!! De entrada, uma salada de mache, uma verdura que adoro e só encontro no Santa Luzia, em SP. E vinho tinto.

O prato e o biscoito que originou o apelido de Bambi

Este menu é de um restaurante simpático e aconchegante chamado Strauss, em Meierskappel, perto do Lago de Zug, na parte alemã. Mas cada restaurante inventa o seu prato, e até pizza de champignons com Bambi encontramos nessa época do ano! Eu também provei um risoto em outro restaurante, em Lucerna, que não me lembro mais o nome.

Aprendi que comemos as partes nobres, como o contra filé porque a carne tem que ser bem macia. Se for fêmea, mais macia, porém o macho é mais saboroso…

Ah! Minhas referências são só da Suiça alemã pois é por lá que fico quando visito o país!

 En Guete! Em suiço alemão!

Traduzindo. Bom apetite!

                                                       Humm! Que saboroso!               

Até!

Fabi Por Aí

Fotos by Fabi Por Aí

La Crêperie de Hampstead: um “corner” francês em Londres

Soundtrack: Paris Match   Style Council

Antes de ir para Londres, vivi em Paris. E foi muito bom chegar em terras inglesas e encontrar um carrinho oferecendo o autêntico crepe francês perto de casa, no bairro de Hampstead, onde morei.

La Crêperie de Hampstead  está há mais de 30 anos em um cantinho da Hampstead High Street, a rua principal, onde encontram-se vários restaurantes, pubs e lojas legais.

O bairro está localizado ao norte de Londres e é bem conhecido pelo seu parque, o Hampstead Heath. É fácil chegar pela northern line, linha preta do metrô. Como é uma delícia passear por ali, não resulta em nenhum sacrifício se deslocar um pouco da zona central da cidade para comer um crepe por lá, além de aproveitar as outras atrações da região que falarei em breve por aqui.

Fã de um bom crepe que sou, “almocei” muito naquele carrinho. Foram tantos domingos, que até fiquei amiga da menina que servia na época, uma francesa de Strasbourg. Assim, eu também praticava o meu francês.

Apesar das inúmeras opções do menu, como sou básica, meu pedido era sempre o mesmo: um crepe de presunto com queijo gruyére e, se ainda encontrasse um lugar na minha gula, de sobremesa, um crepe de chocolate belga. Até hoje é assim quando vou para Londres e visito o carrinho.

O legal é pedir o crepe e arrumar um banco para sentar e saboreá-lo curtindo o movimento. A fila em certos dias pode ser bem longa, mas vale a pena esperar pela sua vez.

Hummm….Escrevendo este post aqui, lembrei que  preciso programar um pulinho em Londres logo mais para um crepe e outras coisinhas da cidade que eu tanto adoro!

Até!

Fabi Por Aí 

Fotos: internet (não tenho nenhuma foto do carrinho 😦 )

La Crêperie de Hampstead

7 Hampstead High Street
London NW3 1RE
Metrô: Hampstead 

Horários: Seg  a Sáb 13:00 – 23:00 e Dom 13:30 – 23:00


“Piscine Pontoise”: nadar em Paris pode ser bem divertido

Soundtrack: Les Nuits Parisiennes   Louise Attaque

Em Paris, cada Arrondissement tem sua piscina pública. E que piscinas públicas!!! Uma surpresa…Limpas e bem equipadas! Quando morei na cidade, frequentei algumas, principalmente a de Saint Germain que era pequena e aconchegante. Nadei muito para tentar manter a forma, diante de tantas tentações, vinhos, queijos e baguettes francesas.

Mas, tem uma piscina em especial, que vale um post e uma visita. A Piscine Pontoise.

Localizada no Quartier Latin, 5º Arrondissement, o edifício art deco da piscina é sensacional. Foi construído em 1933 pelo arquiteto Lucien Poullet. Gosto muito das cabines com portinhas azuis que rodeiam a piscina de 33 metros. São 160 ao todo distribuídas em dois níveis. O teto de vidro, que permite a entrada de luz natural, é outro detalhe bem charmoso da arquitetura.

Se você for fã dos filmes da trilogia francesa A Liberdade é Azul, A Igualdade é Branca e A Fraternidade é Vermelha, deve se lembrar muito bem das cenas da atriz Juliette Binoche nadando (em A Liberdade é Azul). Todas foram filmadas ali, na Piscine Pontoise.

E se curtir moda, como eu, a piscina já foi locação de um desfile do estilista Issey Miyake.

Na minha opinião, a melhor maneira de conhecer a Piscine Pontoise é durante a noite. A sessão noturna começa as 20h e vai até as 24h. Nesse período, a piscina ganha uma iluminação e músicaEu fui e achei imperdível. Uma experiência única: simples e ao mesmo tempo muito especial. Afinal eu estava nadando em uma piscina art deco, dos anos 30, em Paris, e à noite!  Como dizem os franceses: ulalala!

E vale uma dica: nade de costas, curtindo o visual do teto de vidro e do ambiente iluminado!

E já que estamos falando sobre piscinas parisienses, tem uma que quero muito conhecer. A Piscine Joséphine Baker, no 13º Arrondissement. Mais moderna, é uma piscina flutuante “ancorada” nas margens do Sena. E o melhor, ao ar livre. Nada mal nadar admirando aquela paisagem e os barcos no rio. Está na lista!

Et voilá! À la piscine!

Até!

Fabi por Aí

Para conhecer as piscinas parisienses clique:

http://piscine.equipement.paris.fr

Fotos: internet

Proteção Andina: Toritos de Pucará

Soundtrack: Moving Macaco e  Seu Jorge

É comum ver uma dupla de tourinhos nos telhados das casas do sul do Peru. Eu mesma me diverti fotografando alguns na região de Cusco e Puno. O nome deles? “ Toritos de Pucará.”

Os tourinhos originaram-se durante o período colonial  na comunidade de Checa Pupuja, localizada no estado de Puno, e conhecida pelos artesãos especializados em cerâmica. Os famosos tourinhos ganharam esse nome pois foi na estação ferroviária de Pucará, cidade a 100 km de Cusco, que eles começaram a ser comercializados.

Símbolos da cultura andina, os “ Toritos de Pucará” protegem as casas e trazem felicidade para as famílias que nelas habitam. Com detalhes em vermelho e o rabo enrolado, eles representam a força e vigor próprios de um touro.

E eu não comprei o meu tourinho…


Até!

Fabi Por Aí

Fotos by Fabi

Meu Primeiro Banho do Ano!


Soundtrack: You Make It Easy   Air

Não estranhem o título, mas é que passei meu ano novo em Marrakech e, no primeiro dia do ano, programei algumas horinhas em um hammam para começar 2011 renovada.

Para quem não conhece, hammam são as típicas casas de banho público dos países árabes, os famosos banhos turcos. Dividem-se em femininos e masculinos, e quando mistos, tem horários diferenciados ou ambientes separados para homens e mulheres.

Um hammam  é um local de socialização e purificação. Na medina de Marrakech passei por vários, que ficam quase sempre localizados ao lado de uma mesquita.

Os locais frequentam o hammam do bairro semanalmente. Como muita gente não tem água corrente em casa, essa ida pode significar o banho da semana.

Não descartei a vontade de conhecer um hammam público, vivenciar mais de perto a rotina dos marroquinos e conhecer a arquitetura típica destas casas de banho. Mas querendo mesmo começar meu primeiro dia do ano bem mimada, a minha experiência foi em um hammam spa. Outro fator que me levou a esta decisão foi que eu e o Ike queríamos  “tomar nosso banho “ no mesmo horário. E nos hammams públicos de Marrakech, como disse, não seria possível.

Para o meu banho, escolhi o Hammam Spa do Hotel Boutique La Sultana.

                                                           HOTEL LA SULTANA

Tentei também visitar o Le Bains de Marrakesh, porém, no final do ano com a cidade lotada, foi impossível conseguir um horário.

Mas vamos ao banho, ou melhor ao ritual de banho.

O hammam do La Sultana tem todos os mimos, a começar pelo local, com uma decoração exuberante toda em mármore.

Para iniciar, recebemos uma caixa, a chave de um box para guardar as roupas e um kit com roupão, chinelos e calcinhas descartáveis. Se quiser leve biquíni. Os homens devem levar uma sunga como o Ike fez. Eles até dão uma cueca descartável, se é que podemos chamar assim, já que está mais para um tapa-sexo.

Devidamente vestidos, fomos levados para a nossa sala de banho que ficava ao redor de uma piscina. Instalados na salinha, cada um em sua cama de mármore, o ritual começou. Nossas “lavadoras” jogaram muita água quente para abrir os poros, seguida de uma lavagem com savon noir perfumado, típico marroquino. Depois de um pequeno descanso com o sabão no corpo, foi a vez da esfoliação, que no spa é chamada “pele de anjo”.

A luva especial usada pelos marroquinos chama-se “luva de kessa”. Originalmente era feita com pêlo de cabra, mas hoje tem várias confeccionadas em acrílico. O importante é que ela é  super potente (até comprei uma) e aliada a força com que o nosso corpo é esfregado, faz com que literalmente troquemos de pele. E a intenção é essa mesma, purificar e lavar a alma. Renovação. Nada melhor para um início de ano, certo?  Começar com pele nova!

Terminada a esfoliação, começou a hidratação. Fomos deixados por mais alguns minutos repousando na sala de banho enquanto a máscara de argila agia no nosso corpo.

As “lavadoras” voltaram, mais água bem quente para retirar o produto e o banho final com direito até a lavagem  da cabeça.

Uma pausa para relaxar nas espreguiçadeiras e na piscina e partimos para a segunda fase: a massagem. Escolhemos a massagem a quatro mãos. Deitados na maca no terraço ao ar livre,  passamos mais 30 minutos sendo bem cuidados. 

Após duas horas de mimos estávamos prontos para iniciar mais um  ano pela frente!

O cardápio de tratamentos do hammam spa do La Sultana tem várias opções. O legal é que os produtos usados são naturais e podemos comprar para levar para casa. 

Esse foi um “banho” que repetirei com certeza quando encontrar um hammam por perto. Vale a pena, pois  além de relaxante é uma experiência única.

Se você for para algum país árabe, e uma ida a um  hammam ainda não fizer parte do seu currículo,  não deixe de conhecer e curtir um “banho desses”! 

Até!

Fabi Por Aí

As Fotos do hotel são by Fabi. As do Spa são da internet, afinal estava ali para relaxar e não levei minha máquina.

Parque Nacional Tayrona: praias e muita caminhada!


Soundtrack: Mala Vida   Mano Negra

O Parque Nacional Tayrona foi o lugar escolhido para iniciar a minha viagem à Colombia em ritmo de aventura. Localizado ao pé da Sierra Nevada, a serra costeira mais alta do mundo, com seus 5700 metros bem próximos do mar, por lá encontram-se algumas das praias mais bonitas do caribe colombiano. Todas rodeadas por uma densa floresta tropical e água azul transparente que, infelizmente, não tive a oportunidade de conhecer, já que a chuva antes da minha chegada deixou o mar meio escurinho…Reparem nas fotos como o céu está quase sempre nublado, com cara de VAI CHOVER! Mas nada que atrapalhasse o que estaria por vir.

SOBRE O NOME

O nome Tayrona vem de uma civilização indígena que viveu na região até o século XVI. Os índios que sobreviveram à invasão espanhola subiram a Sierra Nevada e hoje seus descendentes, os Kogis, vivem lá isolados. 

CHEGANDO

Voamos de Bogotá para Santa Marta, a cidade mais antiga do país. Como neste primeiro dia não havíamos reservado hotel e queríamos sentir o clima local, logo percebemos que Santa Marta não era a nossa praia e seguimos direto para um vilarejo de pescadores mais próximo do parque: Taganga.

TAGANGA

Esperava mais do vilarejo de pescadores. Achei um  pouco mal cuidado, apenas uma pequena baía com uma praia de pedras, ruas de terra e sem tantas opções de hotéis. Mas serve como ótima base para quem quer explorar algumas praias do lado leste do parque (com paisagem mais árida) em passeios de um dia e também para os aventureiros rumo a Ciudad Perdida (a Machu Picchu colombiana).

Ali passamos a primeira noite no Ballena Azul, o “melhor” hotel da vila. Até que confortável e, pelo menos, em frente ao mar. Foi no restaurante do hotel que experimentei meu primeiro arroz com coco (gostei) e a limonada com coco (não gostei), típicos dos cardápios colombianos.

PLAYA BRAVA

No dia seguinte, mochila nas costas e roupa suficiente para três dias, iniciamos o tour pelo parque. Apesar das duas entradas oficiais existentes por terra, optamos  por uma chegada menos convencional: o mar.

Negociamos um barco em Taganga que nos deixou na Playa Brava e também nos vendeu o ingresso/pulseira necessário para explorar o parque. Foi interessante o passeio, primeiro porque adoro um barco, e também porque pude curtir um pouco a região de outro ângulo, admirando as várias baías desertas até chegar ao primeiro destino. Mas, no final, uma surpresa! Tivemos que nadar  um pouco para chegar até a praia… O mar estava mexido e o barco nos largou com uma prancha de isopor, que serviu de balsa para as nossas mochilas!

A Playa Brava é bem tranquila e são poucos turistas que se aventuram até lá. Tem apenas uma pousada e camping, a Teyumakke,  que mesmo simples, poderia ser paradisíaca se fosse bem cuidada. Mas o que encontrei foi um lugar abandonado e sem charme, bem diferente das fotos das cabanas inspiradas nas habitações dos Tayronas que eu havia pesquisado na internet…

Um indiozinho usando a vestimenta branca típica Tayrona nos recepcionou. Ele era meio, ou melhor, BEM devagar, não respondendo nada das nossas perguntas. “Reservamos por e-mail, pode checar? Fabiana Gama! Duas pessoas. Hola, está me entendendo?” A comunicação estava difícil até a responsável chegar! Ufa!  “Tem quarto? Ok. Então ficamos por aqui hoje, já que vai chover!”

Foi um dia de descanso e choveu mesmo. E forte! Nada de caminhada até a cachoeira próxima. Só um pouco de praia depois da chuva. Conversas com um casal suíço (iam passar dois meses estudando espanhol na Nicarágua e velejando de kitesurf e o papo interessou), jantar e dormir cedo.

PUEBLITO – CABO DE SAN JUAN DEL GUIA – ARRECIFES

O segundo dia começou com uma longa caminhada por trilha no meio da mata, subindo até PUEBLITO, um sítio arqueológico com ruínas de uma antiga aldeia Tayrona.

Li que estas ruínas são um aperitivo da mítica Ciudad Perdida, ali pertinho, mas não me entusiasmei tanto com o que vi. Depois das ruínas no Peru, Bolívia, México, aquilo ficou bem sem graça…

Bom, a trilha que surgiu pela frente  eu não curti nada, por  ser toda de pedra. Pedras grandes, alguns bons degraus e muito trabalhosa. Exigiu muita atenção para não escorregar no caminho. Ainda bem que fiz a trilha descendo, o que facilitou muito o percurso.

Após mais de uma hora sofrendo, a RECOMPENSA. Chegamos nas duas pequenas baías de águas calmas, ótimas para mergulhar , que formam o Cabo de San Juan del Guia. São as praias mais movimentadas do parque, com um camping, cabanas simples, restaurante e muitos turistas. Mas, nesta época do  ano, só haviam alguns poucos europeus.

Este foi o momento de relaxar, da praia, do mar, de caminhar mais cinco minutos para conhecer a praia Nudista que, de nudista só tem o nome.  Deserta, pelo menos  nesse dia. Só nossa!

Mesmo com o céu  nublado, o calor era intenso e ainda tínhamos mais um trekking até o destino final. No meio da lama (afinal era outubro, época de chuvas…) passamos por novas florestas e praias. Mas sem parada dessa vez, só apreciando o mar pelo caminho.

O objetivo era chegar até a praia Canaveral para dormir nos ECOHABS, cabanas ao estilo Tayrona,  localizadas no alto da colina e com vista para o mar. Assim estaria completa a dupla AVENTURA com CONFORTO a qual eu havia me programado. Porém, o caminho de pedras, a trilha lameada e a chuva atrapalharam os meus planos. Quando chegamos na praia de Arrecifes ainda faltava meia hora de caminhada e estava escuro e garoando. E nós, cansados, querendo um banho e boa comida! Resolvemos parar por ali e ficamos nas cabanas Yuluka, irmãs mais simples e com menos mimos que os ECOHABS da praia Canaveral. Mas super confortáveis.

O suco de boas vindas que levaram no quarto me conquistou! Cereja, limão e raspadinha de gelo. Caiu super bem depois da caminhada, muito calor e praias! Gostei tanto que pedi mais um no jantar para acompanhar um delicioso ceviche de camarões e lulas com molho de tomate cítrico – o melhor que já comi –  no restaurante pé na areia do hotel! 

ARRECIFES – LA PISCINA – ARRECIFES – CANAVERAL

No último dia, retornamos às praias que não paramos no dia anterior. Ficam no setor La Piscina. Muitas pedras, coqueiros e tranquilas para nadar. 

Na volta, ficamos na praia de Arrecifes em frente do hotel. Deu até para entrar no mar, pois apesar de bem bonita é meio perigosa e tem placa avisando sobre vários turistas que morreram afogados no local! Pausa para um descanso na rede, e mais uma trilha pela frente por praia deserta até Canaveral. Conheci o ECOHABS, me despedi do suco de cereja e continuamos até a saída do parque!

Pegamos um táxi para o vilarejo de Taganga, resgatamos as malas guardadas no hotel e seguimos viagem, sem antes eu constatar que meu corpo estava todo coberto de picadas de mosquitos que me “atacaram” no meio da mata. E como coçavam! Convivi com elas por muito tempo até sumirem… Nada grave. Somente o saldo de uma eco aventura que adoro fazer de vez em quando!

 Próxima parada: Cartagena de las Índias! E mais da Colômbia!

Até!

Fabi Por Aí

Fotos by Fabi (com excessão das fotos da cabana)